Webinars, Pharmaceutical

Otimização de processos no desenvolvimento de produtos inalatórios orais e nasais.

If you are working in respiratory drug delivery, time to market is key in gaining a competitive advantage.

As a world leader in product design and development services for Orally Inhaled Nasal Drug developments (OINDPs), Nanopharm can accelerate and deduce the risk of your drug project development journey.

This webinar is in Portuguese.

March 18, 2021 6:00 PM London / 2:00 PM New York 1 Hour
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Presented by Sara Pinto Gonçalo Farias Lucas Silva
19 Mar 2021

During this webinar we present some of the challenges in the development if ONIDPs as well as our experience and credentials. We also introduce you to SmartTrack™ to optimize your pathway to success, to bridge in vitro measurements to in vivo performances. The webinar also review clinically relevant mouth-throat models, dissolution testing, advanced in silico modelling and simulation tools to guide you through your product development journey safely and successfully.

Finally, we explore a possible alternative bioequivalence pathway to the current US FDA ‘weight of evidence’ approach. The FDA’s recent introduction of the concept of microstructural (Q3) equivalence to address measurements for locally acting products has changed the game in terms of increasing the evaluation of pharmaceutical equivalence through physicochemical and functional product characteristics.

 

Ao longo deste Webinar, iremos apresentar alguns dos desafios enfrentados durante desenvolvimento de medicamentos para a via inalatória, mas também a nossa experiência e credenciais. Iremos introduzi-los ao nosso kit de ferramentas: SmartTrackTM para optimizar o caminho ao sucesso, interligando os testes in-vitro em comparação ao desempenho in vivo. Este Webinar também irá  revelar modelos clinicamente relevantes para a deposição nas áreas da boca e garganta, testes de dissolução, modelos avançados in-sílico e simulação de ferramentas para guiá-los durante a jornada do desenvolvimento farmacêutico de uma forma segura e bem sucedida.

Finalmente, iremos explorar uma possível alternativa para o caminho da bioequivalência de acordo com a atual abordagem da US FDA ‘peso de evidência’. Recentemente, a FDA introduziu o conceito de equivalência microestrutural (Q3), de forma a abordar medidas para fármacos que atuam localmente. Esta medida trouxe uma mudança radical em aumentar a avaliação da equivalência farmacêutica através de características fisioquímicas e funcionais dos produtos.

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